Cordocentese

Indicações para o Exame
(clique aqui para ver as indicações ou clique no tópico abaixo para maiores informações)

Idade materna elevada
(acima dos 35 anos)

Anormalidade fetal na gravidez
(inclui translucência nucal aumentada)

Translocação cromossômica no casal

Criança prévia com doença genética

História de perdas fetais

Perda fetal na gravidez atual

 

Anteriormente a coleta de sangue fetal através da punção da veia umbilical para diagnóstico genético pré-natal ara feita após a vigésima semana de gestação em situações em que era necessário um resultado rápido. Com a amostra de sangue, o cariótipo fetal é obtido em 3 dias. O sangue fetal é necessário também para diagnóstico de doenças hematológicas, principalmente as hemoglobinopatias, para estudos de DNA e para dosagem de anticorpos fetais, entre outras. Os riscos maternos são pequenos, mas o risco de perda fetal após uma cordocentese propedêutica é maior do que o da coleta de vilos coriais ou da amniocentese, tendo sido estimado em aproximadamente 2%.

Como a coleta de vilos coriais (biópsia de placenta) pode também ser realizada no mesmo período gestacional que a cordocentese e permite um diagnóstico citogenético em 2 dias e/ou a análise de DNA, O laboratório GENE recomenda que a coleta de vilos coriais seja preferida por acarretar um risco menor para o feto. Mas existem indicações da cordocentese para situações em que é imprescindível fazer estudos imunológicos ou bioquímicos no sangue fetal.

Uma etapa recomendada após a cordocentese é a confirmação da origem do sangue. No Laboratório GENE nós rotineiramente utilizamos a eletroforese de hemoglobina, que nos permite ter uma estimativa quantitativa da proporção de sangue materno misturado na amostra fetal.