Qual Exame Fazer?

Indicações para o Exame
(clique aqui para ver as indicações ou clique no tópico abaixo para maiores informações)

Idade materna elevada
(acima dos 35 anos)

Anormalidade fetal na gravidez
(inclui translucência nucal aumentada)

Translocação cromossômica no casal

Criança prévia com doença genética

História de perdas fetais

Perda fetal na gravidez atual

 

Para o diagnóstico pré-natal é importante a escolha da melhor técnica de coleta para cada caso. Devemos levar em consideração as vantagens de cada método, seus riscos e limitações. Fornecemos aqui uma tabela com as nossas recomendações sobre qual técnica consideramos a mais recomendável nas várias indicações.

O diagnóstico através da coleta de vilos coriais tem como vantagem poder ser realizado ainda no primeiro trimestre da gestação e de permitir um diagnóstico rápido. Assim, quando o resultado é normal, alivia-se mais cedo a ansiedade do casal. Na eventualidade de um resultado anormal, permite confirmar o diagnóstico com a amniocentese, caso necessário ou desejado e dá amplo tempo ao casal para avaliar e se informar sobre a continuação da gravidez. Assim, de maneira geral a coleta de vilos coriais é o procedimento de escolha para o diagnóstico pré-natal. Por outro lado, há casos em que a amniocentese se impõe, como no diagnóstico pré-natal dos defeitos de neurotubo, em que é essencial a dosagem da alfa-fetoproteína no líquido amniótico.

No caso de casais com abortamento de repetição, a realização da coleta de vilos coriais com 11 semanas, se seguida de uma nova perda fetal poderia ser atribuída pela paciente ao procedimento, sendo que na verdade teria ocorrido de qualquer maneira. Assim. nesses casos é melhor aguardar 15 semanas antes de realizar o diagnóstico pré-natal, dando-se preferência à amniocentese. Também, em casos de gravidezes muito valorizadas, como as que ocorrem após tratamento prolongado de infertilidade, a amniocentese também deve ser preferida por ser realizada quando o risco de perda fetal espontânea é menor.